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13/09/2017

Povoado de Lagoa Azeda ganha sinal de internet para facilitar acesso ao mundo virtual

Parceria foi firmada entre prefeita de Jequiá da Praia e empresário do ramo das comunicações; melhorias para sinal de celular também já estão sendo buscadas

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O povoado de Lagoa Azeda, localizado no município alagoano de Jequiá da Praia, ganhou sinal de internet. A parceria foi firmada durante encontro da prefeita Jeannyne Beltrão com o empresário Ambrósio Barros, da TC WebNet. Uma antena foi instalada para receber o sinal, que já está em pleno funcionamento.

 

O objetivo, segundo a gestora municipal, é facilitar o acesso à comunicação da localidade com o mundo virtual. "Atendemos ao pleito da população de Lagoa Azeda e também já estamos buscando melhorias de sinal de celular na cidade. É inadmissível, nos tempos de hoje, estarmos com dificuldade na rede de telefonia. Vamos às operadoras competentes buscar melhorias para os jequiaenses", garantiu Jeannyne.

 

Desigualdade – De acordo com a 12ª edição da pesquisa TIC Domicílios, divulgada em 05/09/2017 pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, o acesso à internet ainda se mostra bastante desigual no Brasil e o valor cobrado pela conexão é a principal razão pela qual as pessoas não têm esse acesso. Mais de 36 milhões de domicílios (54% do total) possuíam acesso, no entanto, ao analisar a proporção por classes sociais, áreas e regiões, a desigualdade permaneceu. Enquanto a classe A tinha 98% dos lares com internet e a B, 91%, a classe C tinha 60% dos domicílios com internet e a D/E 23%.

 

A desigualdade valeu também na comparação das áreas rurais e urbanas. Em 2016, 59% dos lares no perímetro urbano contavam com internet, em comparação com 26% dos lares rurais. A discrepância se manteve nas regiões: no Nordeste, 40% dos domicílios (ou 7,2 milhões) estavam conectados, enquanto no Sudeste eram 64% ou 18,8 milhões, seguido do Centro-Oeste (56% ou 2,9 milhões) e do Sul (52% ou 5,4 milhões). No Norte, eram 46% (ou 2,4 milhões de domicílios). 

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